Informações adicionais:
Anacrônica. Esta a é a linha temporal que se segue desde os primórdios para tentar explicar o mistério que envolve a vida e cada evolução dos seres. De acordo com alguns pensadores, baseados em leis ou mesmo ideais mirabolantes de suas mentes magnificamente brilhantes, somos o futuro. O novo nos aguarda. Somente os únicos capaz de adquirirem a força, podem continuar na linha de sobrevivência. Adaptar-se é o termo correto para denominar a morte dos que são deixados para trás por serem considerados "menos evoluídos". A real face deve apenas definir: você está com aqueles que buscam o mesmo ou pretende fazer a diferença mediante ao que realmente és?

[FP] Jordan Grant Donovan

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[FP] Jordan Grant Donovan

Mensagem por Jordan Grant Donovan em Qua Jul 08, 2015 1:49 am


Primeiro Nome

— Nome Completo: Jordan Grant Donovan;
— Idade: 21 anos;
— Facção Originária: Franqueza;
— Facção Escolhida: Erudição;
— Designição: Iniciado;
— Índole: Boa.
História:


Nascido e criado em meio a Franqueza, o ambiente no qual Jordan cresceu sempre foi extremamente apolíneo e equilibrado. Para alguns, pensar em um mundo dessa forma seria bom, mas ao viver dentro deste, Jordan sabia muito bem que poderia ser uma enorme desgraça. Os pais eram casados, eram fiéis, mas a paixão parecia não existir com o casal. O casamento parecia muito mais uma obrigação judicial do que emocional e mesmo tentando ao máximo, Jordan nunca conseguiu entender a sociopatia que ambos seus pais pareciam possuir. Era como se fossem máquinas vazias e frias, incapazes de fazer qualquer coisa a não ser despejar verdades.
O que salvava a família do menino era Hunter, o irmão gêmeo de Jordan e seu melhor amigo desde que se entenderam por gente. Hunter e Jordan eram como carne e unha, irmãos unidos e de todas as aventuras, crescendo juntos e brincando como crianças normais. Mesmo sendo uma pessoa especial para o garoto, Hunter sempre demonstrou um temperamento complicado demais, diferenciado das pessoas normais, podendo ficar extremamente feliz e extremamente triste com muita facilidade. Era descontrolado. Por anos Jordan se preocupou com a saúde do irmão, mas os pais dos garotos nunca deram importância real ao que chamavam de "drama" de Hunter. E assim foram as coisas até que a história tivesse finalmente um desfecho trágico.

Chicago, 2045

Um suspiro deixou meus lábios enquanto minha mãe se preocupava demais em deixar a gravata perfeitamente arrumada em meu corpo de forma com que meus trajes para aquele evento estivessem impecáveis. Era uma sexta-feira de verão e meus pais haviam organizado uma festança para comemorar algum assunto do trabalho que eu não entendia muito bem e nem tentava. Por mais que eu amasse ler e estudar sobre os assuntos da nossa história, a Franqueza nunca foi um tópico que chamou demais por minha atenção. Eu entendia que meus pais amavam o que faziam e que eu deveria ter herdado esse amor, mas não. Eu não conseguia pensar em ser como eles ou agir como eles. Era como se eu houvesse sido fruto de algo muito diferente daquele casal em especial.
Hunter não parecia ter gostado dos ternos, talvez os odiado tanto quanto eu, mas nossos pais não ligavam muito para isso. Meu irmão olhava para nosso pai com o nariz torto em uma careta e só a visão me fez querer dar risada. Papai sempre nos falava como éramos chatos e mandões para garotos de oito anos, mas nunca liguei para isso de verdade. Eu só queria poder andar por aí sem aquele paletó ridículo apertando meus braços e ombros.
-Vocês estão tão lindos. -Mamãe sorriu, tirando um fio de cabelo que havia caído sobre meu ombro direito. -Tentem não se sujar até os convidados chegarem. E comportem-se. Não quero ter que arrumá-los novamente.
-Sim, mamãe.
Hunter e eu respondemos em uníssono enquanto nossa mãe nos abria um sorriso satisfeito e então se afastava. Meu irmão e eu trocamos olhares, erguendo uma sobrancelha e esperando até que finalmente estivéssemos sozinhos. Hunter foi o primeiro a suspirar em cansaço.
-Eu estou me sentindo um pinguim. -Reclamei, me olhando por uma última vez no espelho. -Como acha que eles podem achar isso bonito de alguma forma?
-Eu não sei, adultos são estranhos. -Meu irmão deu de ombros, parecendo mais desanimado do que o normal. -Todos aqui são.
Abri a boca para responder ou perguntar a razão de Hunter parecer mais melancólico do que o normal, mas no mesmo momento tive a atenção tirada pela voz de nosso pai que nos chamava do andar de baixo, provavelmente para podermos receber os primeiros convidados que haviam chegado. Abri a porta me preparando para sair para só então notar que não estava sendo seguido. Olhei por cima do ombro para Hunter que continuava exatamente no mesmo lugar que estava anteriormente.
-Você não vem?
-Eu já vou. -Ele respondeu em tom desanimado. -Vá indo na frente.
Não discuti. Fechei a porta atrás de mim e então desci as escadas em direção aos meus pais em prol de não levar uma bronca por não ter atendido aos seus chamados. Abri um sorriso quando eles me empurraram em direção a um casal estranho recém-chegado e que se apresentaram como amigos de trabalho dos meus pais. Eu não sabia como nunca havia ouvido falar na vida sobre esses tais amigos, mas apenas sorri e os cumprimentei, dizendo que era um dos seus filhos.
A festa começou a encher cerca de vinte minutos depois que cheguei na sala e logo eu reconhecia a menor parte de todos os rostos presentes. A única coisa que me mantinha acordado entre os cumprimentos aos estranhos e aos discursos chatos e repetitivos era a mesa de salgadinhos que estava realmente me fazendo passar o tempo. Olhei para os lados me perguntando se meu irmão já havia descido para se juntar a nós, mas como nossos pais não haviam reclamado ainda, supus que sim. Foi como se pudesse ler meus pensamentos que meu pai se aproximou de onde eu estava e então tocou meu ombro, tirando minha atenção do bolinho de camarão entre meus dedos. O olhei em curiosidade enquanto ele franzia a testa, claramente confuso.
-Onde está Hunter?
-Ele me disse que desceria logo depois de mim.
-Bem, ele não está aqui. -Papai falou o obvio, me olhando em não muita paciência. -Vá buscá-lo, por favor?
Assenti, colocando o último pedaço do bolinho na boca e então disparei escadas acima em direção ao pequeno quarto que dividia com meu irmão. Quando abri a porta esperei encontrar Hunter onde havia o deixado, de frente para o espelho com um olhar vazio, mas quando adentrei o quarto me surpreendi ao me encontrar sozinho ali. Não havia mais ninguém. Olhei para os lados em busca do meu irmão, cheguei até mesmo procurar debaixo da cama, mas ele havia sumido.
-Hunter?
Chamei, mas não obtive resposta. Olhei para a gaveta ao lado da cama onde havia guardado alguns pedaços de chocolate e caminhei até lá, pegando um punhado para mim. Me encostei contra o parapeito da janela aberta, me perguntando onde poderia estar o meu irmão para que não o encontrássemos em uma casa tão pequena. Soltei um suspiro, me virando de frente para a paisagem e deixando a brisa calma daquela tarde soprar contra o meu rosto. Quando meus olhos se dirigiram ao asfalto sob a janela do quarto, senti meu coração falhar uma batida e o pânico tomar conta de mim. Eu havia encontrado o meu irmão.
-MÃE! PAI!
Gritei já caindo em soluços desesperados quando os dois correram em direção ao quarto. Quando viram o que eu via, quando encontraram o corpo de Hunter esmagado contra o asfalto do lado de fora, meu pai me puxou para fora da janela, me apertando firmemente contra seus braços. Ele me dizia que tudo ficaria bem e que eu não tinha que me preocupar, mas eu sabia que não era verdade. Meu irmão havia precisado morrer para meus pais terem mostrado algum sinal de afeto e agora eu havia perdido a única pessoa que eu tive em toda a minha vida. Ele havia ido e a pior parte era que havia me deixado sozinho.

Aos quinze anos de idade a vida de Jordan mudou um pouco. Depois da morte do seu irmão, sua família nunca mais havia sido a mesma de forma com que agora seus pais exigiam muito mais de si e o treinava para que se tornasse um bom sucessor da Franqueza e que pudesse viver na mesma facção que eles. O problema era que Jordan não queria a Franqueza. Foi cerca de duas semanas depois do seu aniversário que Jordan conheceu Irina, uma menina que vivia na mesma facção que ele, mas que por alguma razão nunca havia aparecido em sua vida antes. Irina era tão inconstante quanto o vento. Gostava de fazer o que queria, sempre que a vida lhe dava limões fazia a melhor das limonadas e mesmo sendo até mesmo um tanto irresponsável, nunca negava uma boa adrenalina. Foi conhecendo uma menina cativante dessa forma que Jordan se apaixonou pela primeira vez.
Irina era uma pessoa fácil de se lidar, tinha uma personalidade forte, mas era leve e inconstante como o próprio vento. Era uma pessoa de muitas palavras, inteligente e não havia dúvidas de a qual facção ela pertenceria, justamente porque a Audácia era tudo do que Irina era capaz de falar em seus momentos de maior alegria. Ela era uma figura interessante e cativou Jordan de tal forma que o garoto sequer podia imaginar. Aos dezesseis anos, ela se tornou tudo para ele e isso só dificultava mais e mais a sua escolha. Ele sabia que em breve ele teria que escolher entre Irina e a vontade dos seus pais.

Chicago, 2053

Meu estômago havia se reduzido ao tamanho de uma ervilha e eu não sabia mais o que fazer. Pendurado em meu pescoço eu tinha a corrente que Hunter costumava usar e entre meus dedos eu fitava o seu pingente, como se de alguma forma aquele objeto pudesse me dar as benditas respostas pelas quais eu procurava. Eu teria que escolher minha facção em menos de dois dias e eu ainda não tinha certeza de qual caminho seguir, o caminho que seria meu para o resto da vida. Irina era uma concorrente forte para a minha escolha, mas por mais que eu quisesse ficar com ela mais do que tudo, eu sabia que não duraria um segundo sequer na Audácia. Eu não havia nascido para ser como ela, mutável como o vento e só de pensar em ficar pulando de prédios, vagões de trem e coisas do tipo me dava vontade de querer vomitar.
Eu estava sentado sobre o galho de uma árvore ao esperar por Irina e aquele era o máximo de adrenalina que eu gostava de ter. Ás vezes eu chegava a me preocupar com a sede de emoção que eu sabia que ela tinha e me preocupava ainda mais ao pensar nas situações perigosas pelas quais ela teria que passar na Audácia, mas não seria da minha conta de qualquer forma. Em menos de duas horas eu estaria sendo separado da segunda pessoa que mais amei em toda a minha vida.
Soltei o pingente e um sorriso se formou em meu rosto quando a vi se aproximando em direção de onde eu estava. Seus cabelos estavam presos em uma trança da forma que eu gostava e ela ficava ainda mais bonita iluminada pela luz do sol. Me afastei um pouco de onde estava do galho para que ela pudesse subir junto de mim e como sempre ela não demonstrou dificuldades ao fazê-lo. O sorriso se formou em seu rosto assim que ela finalmente se sentou de frente para mim, me tirando um beijo rápido que desejei por um segundo ter durado um pouco mais.
-Olá, gatão. Você vem sempre aqui?
-Só quando mulheres bonitas aparecem. E às segundas-feiras.
Irina revirou os olhos com meu comentário e balançou a cabeça negativamente, jogando suas pernas contra meu colo. A observei em alarme com medo de que ela pudesse cair, mas a menina parecia mais confortável do que nunca. Soltei um suspiro me sentindo um tanto patético por me preocupar tanto com ela, talvez eu corresse mais perigo ali do que Irina.
-O que você tem? -Ela disparou, me pegando de surpresa. Seus olhos estavam estreitos e ela me analisava cuidadosamente. -Você parece aflito. O que está te incomodando?
Prendi a respiração me perguntando se eu deveria realmente falar. Irina era despreocupada com a vida, não temia nada e eu estava ali, me contorcendo e me remoendo por causa da cerimônia em dois dias que me apavorava mais do que tudo. A vida inteira meus pais haviam me jogado discursos como "não nos decepcione como seu irmão fez" ou "você é o filho especial" e pensar que eu era perfeitamente capaz de não escolher a Franqueza como minha facção chegava a doer. Eu seria uma decepção para eles, eu seria mais um filho que iria decepcioná-los, mas eu não ligava. Meu grande dilema não era escolher entre a Franqueza e a Erudição. Irina era o meu grande dilema.
-Estou pensando sobre a escolha de facções.
Admiti por fim, vendo minha namorada bufar e revirar os olhos em impaciência. Irina balançou a cabeça negativamente, como se meu comentário houvesse sido ridículo.
-Já conversamos sobre isso milhões de vezes, Jordan. Você não pode agradar a todos e seus pais têm que aceitar suas escolhas. Eles vão te amar de qualquer jeito e se ficarem decepcionados, bem, dane-se! É a sua vida, pelo amor de Buda! Você sabe a qual lugar pertence.
-Eu sei. -Protestei, soltando um suspiro cansado. -Eu sequer estou pensando em meus pais, já passei dessa fase. O que eu não quero é ir para a Erudição sabendo que eu nunca mais vou te ver, Irina. Não quero pensar que você vai passar pela minha vida quando eu nunca pude te dizer o tanto que você significa para mim. Ok, temos os dois dezesseis anos. Grande coisa. Mas eu sei que você é a pessoa pra mim. -Eu estava sendo sincero em cada palavra minha e pela primeira vez a sinceridade pareceu certa ao sair da minha boca. Ergui as mãos tocando minha nuca e então tirei a corrente que usava em meu pescoço, a única lembrança que tinha do meu irmão gêmeo, uma das pessoas mais especiais para mim. Peguei o objeto e então cuidadosamente coloquei sobre o pescoço de Irina, a fechando ali. Abri um sorriso de canto, observando o pingente cair perfeitamente entre os seios dela. -Fica bem melhor aí.
Um momento de silêncio se passou enquanto a garota me observava totalmente atônita. Seus dedos tocaram o pingente do colar que havia acabado de lhe entregar e então ela voltou a me encarar, agora parecendo totalmente surpresa.
-Você está maluco, Jordan? Não posso aceitar isso.
-Você tem que aceitar porque gostando ou não, depois de amanhã será tudo o que teremos do outro pro resto da vida. Essa corrente era de Hunter, quero que seja sua. Vocês são e foram as pessoas mais importantes que já passaram pela minha vida. Por favor aceite.
Eu imaginei que fosse levar um tapa ou um empurrão de cima do galho como em diversas vezes ao longo do nosso relacionamento, mas Irina me surpreendeu com o que fez a seguir. Seus olhos pareceram marear e ela passou a piscar para disfarçar esse fato, erguendo os braços e me puxando em um abraço tão apertado que cheguei a ofegar. Abracei a menina de volta, sentindo nossos corações batendo fortemente contra o peito do outro. Irina estava ofegante e parecia agora tão afobada quanto eu. Tentei ignorar o quão confortado fiquei quando ouvi suas palavras, por mais que não tivessem sentido algum no momento:
-Nós vamos ficar juntos. Eu prometo.

No dia da escolha de uma facção, Jordan como o planejado ignorou qualquer pensamento de rejeição que seus pais pudessem ter e ao se separar da fila caminhou em direção ao jarro da erudição, deixando seu sangue pingar ali e escutando todas as vibrações e comemorações ao seu favor. Se juntando aos seus mais novos colegas de facção, Jordan assistiu a fila andar durante horas até que finalmente fosse a hora de Irina. Com um sorriso no rosto e um aperto no peito, ele assistiu sua namorada caminhar até o jarro da Audácia esperando que ela escolhesse aquela como sua facção, mas isso não aconteceu. De última hora Irina deixou seu sangue cair no jarro da erudição, fazendo com que todos da facção vibrassem e aplaudissem, mas Jordan apenas ficou em choque. Quando a menina caminhou até ele, ele mal pode acreditar no que ela havia feito.
Irina e Jordan ficaram juntos por pouco tempo e foi exatamente por conta daquilo que Jordan teria negado se soubesse os planos de Irina de entrar para a Erudição antes. Ela não combinava em nada com a facção e como era de se esperar, ela falhou aos testes de iniciação, sendo jogada no pior local que uma pessoa poderia ir: Ao grupo dos sem facção. Jordan nunca sentiu um sentimento de culpa e ódio tão forte o atingir antes, mas se forçou a continuar e conseguir sua "efetivação" em seu novo grupo onde viveria para o resto da vida. Mas ele não desistiria de Irina por aí. Jordan não era mais parte da franqueza, não vivia mais com os seus pais e não estava sujeito a nunca mentir e omitir. Agora ele podia fazer o que queria e isso envolvia não deixar seu amor por Irina morrer. Mesmo tendo uma facção, Jordan passou a - escondido - visitar a garota de tempos em tempos, nunca de fato a abandonando.



Características Psicológicas:


Jordan sempre foi um rapaz que se interessou pelo conhecimento e por adquirir sabedoria através de livros, pesquisas e todos os materiais que possibilitavam ampliação do seu conhecimento em relação ao mundo. Jordan é uma pessoa perseverante e por mais que não seja fã de aventuras e adrenalinas, costuma suceder em todos os seus objetivos e possui uma ambição gigantesca. É uma pessoa de bom coração, se preocupa com aqueles que realmente ama e muitas vezes pode ser considerado "tonto" por não conseguir pisar sobre as pessoas para alcançar o que quer. É uma pessoa que sempre busca seus objetivos por um lado ético e moral, sendo muito apegado aos seus ideais. Sua índole é boa, ele é contra a guerra e defende que o sistema deve continuar como é. É um garoto que busca por constante crescimento, não se contentando com estagnação. Jordan é uma pessoa paciente, calma e dificilmente perde a linha.


Não chame de sonho e sim de plano.



Atributos:

— É uma pessoa extremamente inteligente e possui sede por conhecimento.
— É ambicioso e procura sempre melhorias em prol de se tornar grande.
— É um bom atleta tendo praticado alguns esportes quando mais novo.
— Possui raciocínio lógico e rápido, sendo capaz de conseguir soluções para problemas em velocidade impressionante e de forma efetiva.
— É uma pessoa paciente, pertinente e racional, não perdendo a linha e dificilmente explodindo, tornando o ambiente hostil.
Pertences:

— Coleção de literaturas antigas que herdou do seu pai.
— A peça "Bispo" de um jogo de xadrez, uma espécie de amuleto da sorte.
— Um relógio de bolso pertencente ao seu avô.
— Uma adaga, presente dado por Irina.

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Re: [FP] Jordan Grant Donovan

Mensagem por Divergent em Qua Jul 08, 2015 10:33 pm


Seja Bem-Vindo
Ao Divergente;


"Sinto muito". Muitas vezes pode se tornar uma palavra clichê e sem sentido, assim que direcionado a pessoas cujo perderão entes queridos, então não proferirei de tal forma. A alma do seu gêmeo estará sempre guardado contigo, em sua memória e em seu coração, sei que deve ter sido difícil para você só notar o sentimento que continha aos olhos de seus pais após uma perda maior. O destino, como você deve ter notado, prevaleceu, e a única certeza que posso dar através do assunto, Irina é uma garota de sorte.

Aprovado.
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