Informações adicionais:
Anacrônica. Esta a é a linha temporal que se segue desde os primórdios para tentar explicar o mistério que envolve a vida e cada evolução dos seres. De acordo com alguns pensadores, baseados em leis ou mesmo ideais mirabolantes de suas mentes magnificamente brilhantes, somos o futuro. O novo nos aguarda. Somente os únicos capaz de adquirirem a força, podem continuar na linha de sobrevivência. Adaptar-se é o termo correto para denominar a morte dos que são deixados para trás por serem considerados "menos evoluídos". A real face deve apenas definir: você está com aqueles que buscam o mesmo ou pretende fazer a diferença mediante ao que realmente és?

KELLER, Drake [FP]

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KELLER, Drake [FP]

Mensagem por Drake Keller em Sab Jul 04, 2015 8:45 pm


Drake

— Nome Completo: Drake Keller
— Idade: 23 anos
— Facção Originária: Audácia
— Facção Escolhida: Abnegação
— Designição: Segurança
— Índole:Neutra
História:


A família Keller sempre teve sua árvore genealógica toda moldada pela facção da Audácia, apesar mesmo de ter um ou dois membros desvinculados para outra facção a sua verdadeira raiz sempre foi fincada nos guerreiros audaciosos.
Após meu nascimento, meus pais sempre se mostraram presentes em minha infância, juventude e adolescência, ponderando sempre minha educação para que eu não fosse um novo desviado da família.
Não fui uma criança mimada e muito menos vinculada em um amor materno ou paterno, sabia distinguir respeito e consideração de amor e família. Não que eu não amasse meus pais, mas da forma a qual meu pai me educou sempre buscou que eu nunca me apegasse a nada e nem a ninguém, pois assim as dores que o futuro poderia me causar não iriam me afetar de forma devastadora. Sim, eu sou um ser sem conhecimento do que é o amor.

Na fase da minha juventude os treinos que eu era obrigado a frequentar com meu treinador, que era meu próprio patriarca, me desgastava de forma absurda, para uma criança de apenas nove anos levar socos e ter algumas marcas com sangramento era algo apavorante, minha mãe tentava as vezes proibir treinos consecutivos após ter ferimentos e hematomas pelo corpo, só que quem comandava dentro da nossa família era o Luthor Keller. Tive que ficar alguns meses sem ter como movimentar direito braços e pernas, foram dias de chuva, sol, tempestades e até mesmo frio para que eu pegasse resistência e fosse um ótimo membro da facção que iria representar, por isso nunca reclamei a não ser nos primeiros dias o que me fez receber castigos cruéis como dormir de pé sem poder me curvar um centímetro se quer para trás ou pra frente, levar tapas nas duas pernas até elas ficarem roxas, ficar em baixo de um chuveiro com água gelada em dias de frios extremos. Não vou dizer que quase morri por causa desses castigos, fiquei mais de meses em macas para recuperação, muitos repreendiam a educação de meu treinador, mas ele nunca recuou mostrando firmeza em suas atitudes medonhas.

Digamos que na adolescência eu já poderia ser considerado um garoto completo, mesmo tendo meus dezesseis anos o meu comportamento era de um rapaz de trinta. Minha cabeça madura era a consequência da educação que eu sofri na minha juventude e início da adolescência. Já tinha certas habilidades com luta, resistência à dor e movimentos rápidos. Era nessa parte que eu já estava me tornando um tutelado, não havia passado ainda pela cerimônia, o que para mim ainda não me deixava com firmeza de escolha. Temia por chegar na hora e acabar não sendo o que meus pais queriam, na verdade, meu treinador.
Teve um momento nessa parte da minha vida que eu acabei chamando a atenção de muitos de dentro da facção. Sempre tinha aquele engraçadinho que gostava de se mostrar para os amigos por ser o mais forte e o mais habilidoso em luta, nunca fui de me meter em briga fora dos treinos que eu passava, mas para meu azar acabei sendo alvo do tal garoto cheio de marra.
A luta foi instigada a ser levada para uma área mais aberta, claro que era proibido acontecer esse tipo de coisa sem estar sendo um teste, mas dentro da facção qualquer ato de demonstração de força era visto primeiro para o agrado dos tutores e adjacentes.

O tal era mais ou menos uns cinco centímetros maior que eu, tinha uma aparência realmente assustadora e seu corpo era bem modelado, eu não ficava muito atrás em questão de músculos. Ele me rondava enquanto as pessoas gritavam seu nome repetidamente e eu? Estava apenas parado olhando em seus olhos quando eles ficavam ao meu alcance e no primeiro movimento repentino dele o soco passava por cima de mim, era muito fácil prever um movimento que nunca mudava quando se atacava pela frente. Me inclinei abrindo um pouco minhas pernas voltando com um soco fechado em sua costela esquerda o que fez ele se contorcer na mesma hora. Os gritos se tornavam cochichos instigando a ele não parar.
Uma chuva de golpes vinha para cima de mim, esquerda, direita, até mesmo uma joelhada, a vantagem de ser treinado desde pequeno? Você além de lutar com uma pessoa quatro vezes maior e mais forte, consegue guardar os movimentos sequenciais de uma pessoa viciada em repetições. Movi meu corpo em lados opostos ao seus ataques e na parte da joelhada coloquei meus dois antebraços impedindo do osso atingir-me no abdome e rapidamente girei meu corpo levando meu cotovelo a acertar a outra parte da costela e em seguida agarrava-o em uma chave de triângulo e surgia por trás do outro, com meu pé chutei sua dobra por trás do joelho o fazendo perder o equilíbrio, deslizei minha outra mão passando de uma chave para um mata-leão logo me jogando e abraçando seu abdome com minhas pernas que se entrelaçavam na sua cintura, comecei a apertar em ambas as partes com muita força até ele bater desesperadamente pedindo para acabar aquela luta, o soltei e o joguei no chão me levantando e caminhando de costas até um certo ponto e assim dali fui sendo considerado O Cobra.
Em todas as minhas lutas que me colocavam, meus golpes de enforcamento e aperto deram a entender que eu tinha uma força comparada a de uma cobra que esmaga suas presas, o apelido não me agradou muito, mas deixou meu nome marcado até mesmo com os membros maiores da facção.

Sobre a guerra? Não era nem a favor e nem contra, vamos ser sinceros, você apenas se defende quando alguém te ataca, é assim que eu faço. Não irei abaixar a cabeça para ninguém, foi isso que meu falecido treinador sempre me ensinou. A morte do anfitrião não me fez ficar entristecido ou frágil, eis ai o que ele sempre quis dizer quanto ao futuro inserto. Pude ver minha mãe chorar e até mesmo ficar em depressão por dias. Isso aconteceu depois da minha cerimônia, ouve um acidente envolvendo um dos vagões que transportava alguns membros da Audácia, eles estavam indo para uma ronda diária quando uma explosão descarrilhou, alguns sobreviveram e outros não, inclusos nesses estava meu treinador. Meu pai.
O que me restara dele era um cordão de prata com o simbolo da facção e uma adaga que ele sempre levava em sua cintura, objetos pessoas dele que passaram a ser meus, por isso ainda penso que ele está ao meu lado ainda me vigiando e querendo mais de mim.

Depois do fato, no dia da cerimônia acabei tendo uma difícil decisão, foi algo espontâneo e absurdo, muitos da Audácia me queriam com eles, mas vi que seria arriscado demais acabar sendo alvo de alguma fatalidade, pensei pela primeira vez em minha mãe o que ocasionou a minha gota de sangue cair dentro da Abnegação. Muitos se surpreenderam, minha mãe não acreditou, eu agora fazia parte da linhagem renegada dos Kellers, seria melhor assim.
Lutei bastante, sofri, mudei e sobrevivi, agora tenho vinte e três anos e faço parte por completo da facção que escolhi. Tudo que meu treinador sempre quis infelizmente não pude lhe oferecer, minha mãe ainda é viva, mas pouco a vejo, só quando escapo algumas vezes do complexo para vigiá-la de longe... O que posso esperar do meu futuro inserto? Ainda não posso dizer, pois ele não aconteceu.


Características Psicológicas:


Não sou uma pessoa fácil de se lhe dar. Tenho um gênio forte e bem rude, por mais que minha aparência não seja uma das piores posso dizer que meu defeito ou meus defeitos fazem da minha pessoa um ser ruim por dentro. Ciumento, sistemático, não gosto de ser controlado e gosto de controlar. Posso falar que minhas qualidades são, ser um cara que respeita muito os outros, sei identificar quando estou errado, não procuro briga, centrado e tenho um pouco, um pouco mesmo de carisma. As vezes busco até mesmo ser extrovertido, mas são bastante raros esses momentos. Minha estatura média é de 1.84 de altura, peso 92 quilos, cabelos loiro escuro, olhos verdes, tenho um corpo atlético. Meus dois braços são tatuados, tenho também uma escrita tatuada no lado esquerdo da minha costela e no lado direito uma outra tatuagem. Contenho algumas pequenas marcas, cicatrizes, feitas pelos treinamentos na juventude.


The Cobra



Atributos:

— Força Física
— Movimentos Rápidos
Pertences:

— Um cordão de prata com o símbolo da facção.
— Uma adaga de prata (arma dada pelo meu pai)
— Um anel de aço inox. (colocada no dedão esquerdo)
— Um canivete.
— Um bracelete de couro branco.
Abnegation
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Abnegation

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Re: KELLER, Drake [FP]

Mensagem por Divergent em Qua Jul 08, 2015 10:19 pm


Seja Bem-Vindo
Ao Divergente;


Treinos pesados para uma criança de nove anos onde nunca se julgaria por ela longe da audácia, mas bem, aconteceu, talvez se continuasse no ramo o tornasse um dos melhores. Garoto de inteligencia natural com vastas finalidades e objetivos. Apelidado e aprovado. Foram grandes lutas dentro de sua cabeça, acredito eu que antes mesmo da perda do pai. Erudição almeja por vosmecê, Cobra.


Aprovado.
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