Informações adicionais:
Anacrônica. Esta a é a linha temporal que se segue desde os primórdios para tentar explicar o mistério que envolve a vida e cada evolução dos seres. De acordo com alguns pensadores, baseados em leis ou mesmo ideais mirabolantes de suas mentes magnificamente brilhantes, somos o futuro. O novo nos aguarda. Somente os únicos capaz de adquirirem a força, podem continuar na linha de sobrevivência. Adaptar-se é o termo correto para denominar a morte dos que são deixados para trás por serem considerados "menos evoluídos". A real face deve apenas definir: você está com aqueles que buscam o mesmo ou pretende fazer a diferença mediante ao que realmente és?

Dawson, Gillian Rose

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Dawson, Gillian Rose

Mensagem por Gillian R. Dawson em Qua Jul 01, 2015 8:49 am


Gillian

— Nome Completo: Gillian Rose Dawson
— Idade: 26 anos
— Facção Originária: Erudição
— Facção Escolhida: Erudição
— Designição: Médica
— Índole: Boa
História:


Gillian foi criada pelos pais e avós tendo sem dúvidas uma criação diferenciada das demais crianças, não poder ser da Erudição, mas por ter a família unida e bem estruturada.
Tendo como base na vida a ação e o estudo, a menina sempre agia de forma ativa na sociedade erudita e sem discriminação alguma com outras facções.
Filha de cientista e psicólogo, sua vida era estável e apesar de conhecer muitas pessoas não possuía amigos além de Quinn Yorker.

P.O.V Gillian- Relembrando o passado.

Tinha 10 anos quando metade da minha vida mudou, havia ganho um urso de pelúcia, aqueles ursos com roupas, acessórios e cheios de espuma que os deixaram quatro vezes maiores que o normal é que fazia a cabeça de qualquer criança apegada a objetos.
Seguia meu caminho para um pequeno grupo de meninas que tinham o mesmo ursinho que o meu.

-Oi, Sou Gillian e esse é o Gloum, podemos brincar também?

Sempre fui simpática, mas nunca era suficiente. As meninas se entre olharam e após cochichos falaram que a brincadeira estava contada e não iria adiantar colocar mais alguém, desculpas. Sim, era acostumada com aquele tipo de pretexto para não ser incluída, olhei para meu avô que lia um livro sobre genética e então me afastei do grupo ficando isolada em um canto.
Brincava com Gloum no pequeno balanço até que uma criança se aproximou, sua aparência de início me assustou fazendo-me me agarrar no urso.

-Sou Pie... Posso brincar com você?
-O-oi Pie, sou Gillian... Pode sim, eu e o Senhor Gloum estávamos tomando chá e falando do novo livro que lançou do Senhor Housing que não é infantil e nem é adulto, muito inteligente né Senhor Gloum? O que achou dele, Pie, do livro?

Na brincadeira virei Gloum para o menino Pie e ele me olhou confuso, sem entender o que dizia e então mudou de assunto.

-Posso segurar o Lord Gloum?
-Ele não é Lord, ele é senhor. Senhor Gloum, Lords tem reinos e o Gloum só tem eu.

O menino me olhou e quase vi um grande ponto de interrogação em sua testa, desisti de explicar e entreguei Gloum à Pie.

-Ganhei ele hoje, cuidado tá!

Recomendei ao garoto e então peguei o urso de volta e brincamos por um bom tempo sem largar Gloum, mesmo com os quinhentos pedidos de Pie.

-Gillian, hora e ir...

Ouvi meu avô falar e o vi fechar o livro após marcar a página,  olhei para Pie enquanto me levantava e sacudia minha roupa tirando a sujeira.

-Gostei muito de brincar com você, eu posso voltar aqui amanhã se quiser...

Então fui interrompida pelo susto que tomei com Pie querendo pegar o urso de mim, puxava não com toda força que tinha para defender Gloum das garras do menino mal enquanto falava alto.

-SOLTAAAAAA... É MEUU!!!!! VOCÊ NÃO FOI BOM!!!

Falava durante a guerra de urso. Pie ganhava a disputa e ouvi o barulho de Gloum rasgando, meus olhos se encheram de lágrimas e sem que eu reparasse um garoto chegou com autoridade já puxando Gloum com uma tripla força que desconhecia.
Com a lei da gravidade cai no chão e com os olhares em mim foi quase impossível não chorar. Cadê o vovô? Pensava quase desesperada com aquilo que estava passando.
Me levantei rápido e peguei Gloum o abraçando, sequei as lágrimas olhando para o menino valente.

-Obrigada.

Falei envergonhada e abaixei o olhar para o braço do urso que estava rasgado, mexi com cuidado e suspirei triste. Tinha acabado de ganhar!
O menino passou a mão no meu rosto tirando algumas lágrimas e então prendi o choro, me doía ver um brinquedo meu quebrado ou até rasgado.

-Ele faz aniversário de nascimento hoje, e eu deixei ele se machucar. Não vou ver boa mãe.

Falo com o ar pesado me culpando, o menino se afasta e então mantenho meu olhar nele curiosa com o que iria fazer. Ao entregar Senhor Gloum pra ele fiquei receosa de acontecer o mesmo e então o menino concertou o braço. Ri animada pegando Senhor Gloum o abraçando com cuidado.

-Muito obrigada! Senhor Gloum e eu agradecemos. Sou Gillian...

Disse esticando a mão para ele em um sinal de amizade, ouvi novamente a voz do vovô e pedi para ele esperar mais um pouco.
O aperto de mão e seu nome era Gregory, o elogio me fez corar de vergonha. Abaixei o olhando apertando mais Gloum contra meu corpo.

-Obrigada, você é... É também...

Não estava dizendo para ser simpática, estava dizendo a verdade e me perguntei novamente onde estava o vovô para me tirar daquela situação.
Com o silêncio suspirei e ri baixo.

-Tenho que ir embora... Vai estar aqui amanhã?

Perguntei constrangidae com sua resposta positiva ri e corri até o vovô dando a mão a ele.

-Vamos vovô, rápido...

Falei puxando ele sem força só para sair dali o mais rápido que conseguíamos disfarçar. Ao olhar para trás acenei um tchau para Gregory e logo o vejo correndo até mim e me surpreende com um beijo na bochecha, meu avô me olha calado e ri dessa vez completamente envergonhada. Dei outro tchau com a mão para ele e vovô repousou uma das mãos em meu ombro.

-Vamos voltar amanhã, então?

Concordei com a cabeça sem dizer nada, estava absorvendo ainda tudo e principalmente meu primeiro beijo na bochecha, o que me deixou novamente ruborizada vergonha.


P.O.V Gillian- Restart without him.

Foram-se quatro longos anos mantendo a amizade pura e verdadeira, acredito que naquela época Gillian e Gregory eram uma pessoa quando estavam juntos. Quatro anos comemorando as datas importantes de Chicago juntos, 4 aniversários compartilhados, milhares e milhares de lembrança que só tinha com ele e só desejava ter com ele. 4 Anos de amizade até que descobrimos que não deveria mais existir a tal palavra "amizade".
Nunca fui de ter muitos amigos, tinha dois na verdade é eram Gregory e Quinn, para mim eles eram mais que suficientes na minha vida.
Aos 14 anos quando tudo começam mudar, a aparência, a forma de pensar e a forma de ser muda completamente, aos 14 anos você muda por inteiro e só quer saber que tem um porto seguro que te faz bem e que te agrada, aos 14 anos você só quer um amigo que possa te dizer que tudo aquilo que você pensa é normal e então te dar carinho para que você se sinta bem, e não tinha aquele melhor amigo por perto. Quinn era uma das melhores pessoas que conhecia e dela não desgrudava, mas ter 24 horas a mesma pessoa por perto é angustiante e segundo altos estudos fazia mal para ambas as partes.
Não aceitava ter que dar um ponto final na minha amizade por conta da facção, não aceitava perder amizade por "servir como influência para mudar de facção" e não, não iria desistir e lutar contra aquela regra era terrível e sabia que precisava ser mudada!
No início, via Greg escondida e brincávamos de qualquer coisa ou apenas conversávamos sobre a próxima vez que estaríamos juntos de novo fazendo uma comparação de como estávamos diferentes. Em um dos encontros, Gregory teve o descuido de ser perseguido por um colega e foi a partir daí que meu pesadelo e meu maior medo começou. Amava a amizade com o Greg, ele era diferente de todos os que já conheci, ele era gentil, engraçado, carinhoso e cuidava muito bem de mim sempre que precisei, e agora estava sem ninguém. Ou melhor, apenas com Quinn.
Sim, naquele tempo não tinha tanta malícia com sentimentos e ver que estava amando meu melhor amigo desde o primeiro momento em que nos vimos era algo assustador para mim. Admito, perdi ótimas oportunidades de ter Gregory ao meu lado como mais que amigo, éramos crianças de 14 anos, o que mais poderíamos fazer?
Em uma das conversas com meus avós e pais, que apoiavam a amizade, surgiu então a ideia de trocar cartas. Se eu fosse esperta e rápida o suficiente, em um embarro com ele já conseguia entregar o pequeno envelope branco com uma fita azul.

"25 de maio de 19...
Querido Gregory... Ainda não sou boa com inícios de cartas, mas vou melhorar!
Greg, meus duas estão sendo terríveis ultimamente! Não em relação a minha família, digo em relação aos superiores. Tem regras que são inaceitáveis e apesar da população erudita não aceitar, não fazem nada para mudar. Se eu contar que estarei envolvida em um congresso das facções você se esforçará para me ver?
O congresso é sobre os sem facções, a amizade quer ampliar o espaço deles para que seja possível a construção de casas para o povo e em troca seria possível a ajuda nos serviços. Vão selecionar jovens para participar e como é uma das poucas oportunidades poderíamos nos ver.
Sinto muito sua falta, e ainda espero sua resposta.

                                                   Carta número 50- Com amor, Lia."

I still have feeling for you





P.O.V Gillian- The Big Decision.


Amanhã era enfim o grande dia!  Havia feito o teste e deixado claro que independente do resultado eu iria continuar com meus familiares e com Quinn.
Meus pais conversavam à mesa sobre a decisão sobre ser decisão mais importante da vida e o quanto apoiavam caso eu decidisse mudar, respondia de forma monossilábica enquanto focava meus pensamentos em me preparar para ver Gregory, vê-lo depois de anos e depois de cartas nunca respondidas.
Agora eu entendia que aquele sentimento que nutria quando mais nova era muito mais que amizade, todas as cartas que enviava para ele era uma nova esperança de ter de volta meu melhor amigo e o dono de todo amor que podia oferecer e dar aos 14 anos.
Deitada na cama pronta para dormir repetia para mim mesma o quanto era importante ignorar meus sentimentos, esquecer do garoto que só me serviu para salvar Senhor Gloum e enfim entender que agora estávamos seguindo nossa vidas um sem o outro. Repetia que iria ignorá-lo, repetia que não iria me render ao jeito desengonçado dele de andar, falar e comer, não iria me render a blusa que sempre faltava um maldito botão e não iria me render ao sorriso dele e ao seu abraço, que eram suas principais armas contra mim.
Eu não iria me render
Eu não iria me render!

Repeti inúmeras vezes até cair no sono e só perceber que havia dormido quando despertei com o despertador, até meu quarto ser invadido pelos meus pais que estavam animados. Mais animados que qualquer pessoa de Chicago, poderia apostar!
Após levantar, me tranquei no banheiro e me olhava no espelho encarando meu reflexo.
-Você esqueceu tudo aquilo, cartas não respondidas foram como se nunca tivessem sido enviadas... O amor só chega aos 18 anos... Ele é uma doença mental, se controle. Eu escolho a Erudição. E-ru-di-ção.
Falei separando as sílaba para ocupar a mente o máximo que conseguia para não deixar Greg invadir minha cabeça.
E sem querer lá estava ele de novo.
Após o banho e toda a higiene saí do banheiro enrolada na toalha e meu cabelo torcido, minha mãe com algum espírito estranho escolheu minha roupa. Se fosse para dar um estilo para a peça separado seria sem dúvidas o "romântico". O uso do uniforme era obrigatório, mas com Clover não poderia se brincar, ela sempre dava um jeito!

O dia se passou de forma lenta, me focava somente da Erudição.

Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Ao chegar e formar a fila Quinn me distraia ao saber da situação, mas quando é para acontecer nem um saqualejo no chão atrapalhar. Ao me virar para beber água vi que Gregory conversava com um grupo de meninas, quase cuspi a água da minha boca e com total nojo engoli voltando correndo de forma disfarçada até perto de Quinn que já ria baixo.
-Eu vi... Eu vi...
Ela disse passando as mãos em meus cabelos os penteando e ajeitando, sorri tentando esconder a tristeza de não ter notada por ele.
-Estou bem... Já é a nossa vez?
Perguntei dando mais um gole da água em meu copo e a garota segurou meu rosto com as duas mãos me obrigando a olhar para ela.
-Você não precisa dele, o que passou não volta. Agora vai lá e faz a escolha da sua vida! Erudição! Médica e cientista...
Suas palavras de apoio me fizeram sorrir e aliviaram meu coração, suspirei pesado fechando os olhos por alguns instantes apenas para me concentrar.
-Gillian Rose Dawson...
Olhei para Quinn e ela riu me encorajando a subir no palco, me levantei apalpando minha roupa e com aplausos subi ao local onde tinham carvões e seus símbolos. Olhei para a plateia, coisa que automaticamente me causou náuseas e uma leve tontura.
Estiquei minha mão e então o corte foi rápido, sem reparar olhei para Greg por alguns instantes, o que me deixou ainda mais nervosa, respirei de forma profunda direcionando minha mão para a Erudição deixando clara minha escolha. Todo o tumulto e a alegria pela minha decisão me fez rir enquanto limpava minha mão de sangue, meus pais orgulhosos se levantaram e aplaudiram de pé.
A vergonha era algo tão normal para mim!
Voltei a me sentar com meus pais que me abraçaram e meu após que só falavam sobre como nossa família se mantinha firme e forte na erudição, é fazer o que, amava o meio em que vivi e apesar das regras não iria largar o povo erudita nem tão cedo.

    Era obrigada a ficar sentada e assistir todas as escolhas, aplaudia e me juntei a bagunça com novos iniciados até que minha alegria se deu novamente espaço para a tristeza.
-Gregory Akos Balzer.
Seu nome ecoou pelo auditório me fazendo abaixar o olhar por alguns instantes, deveria superar Greg e iria superar ele! Para isso deveria encarar a situação em vez de fugir, se o conhecia bem ele nunca iria deixar a audácia e iria aceitar o novo rumo das nossas vidas sem mágoa.
Passei as mãos pelos meus cabelos tirando a fita azul que Quinn tinha posto durante a brincadeira e então olhei para Gregory.
Poderia ouvir o tumulto do pessoal da audácia, berros como "Já é nosso" e "Vem pra gente Akos!" descontraia o ambiente, admito que ri com as piadas que faziam, é ele pertencia aquele grupo.
    O olhava e era bom saber que não era a única nervosa ao subir no palco, Greg olhava em volta assustado e por vezes trocamos olhares, esbocei pequenos sorrisos o motivando e encorajando sua escolha até que pela segunda vez na nossa vida ele me surpreendeu.
-Erudição!
    Ouvi o homem dizer e olhei para Grego incrédula, senti meu coração para e o ar faltar, não era possível que ele havia mudado de escolha! Todo o tumulto que os eruditas fizeram se confundiram com o tumulto da audácia, estava sem reação alguma e apenas o olhava se aproximar.
Ele desistiu da audácia.
Era tudo o que pensava, acredito que o olhava assustada ainda recapitulando sua decisão em meu rosto e as lágrimas de alegria me motivaram a levantar e me jogar em seus braços, enfim tinha Gregory para mim de forma completa.
Queria dizer que não chorei, mas foi impossível esconder, o abraçava forte me agarrando a ele como se fosse minha última esperança, escondi meu rosto em seu pescoço ainda não acreditando no que ele havia feito. Suas palavras me fez voltar para a nossa realidade.
-Eu te amo.
Não foi estranho para mim dizer aquelas três palavras, foi um grande alívio dizer para ele principalmente naquele momento. Envolvi minhas mãos em seu pescoço me esticando para ter enfim seus lábios nos meus, tendo ele de forma certa sem burlar regra alguma.
    Daquele momento todo o barulho sumiu e éramos só eu e ele ali, até sentir Quinn me cutucar fazendo-nos nos separar, sequei minhas lágrimas com ambas as mãos e cobri minha boca olhando para Gregory sem ter o que dizer. Tinha ali o primeiro amor e com certeza o único que teria por toda a minha vida.





Características Psicológicas:


A inteligência da garota é algo notável, sua maneira de pensar rápido e agir é algo que de longe se repara, assim como sua docura e sua meiguice.
Gillian seria a personificação da inocência, muito bem educada a menina amorosa e carinhosa mostra seu alto valor com pequenos gestos de carinho.
Valoriza momentos e coisas pequenas, delicada e gentil, seu nobre coração age de forma pura em todo e qualquer momento em que ela deve enfrentar algo.
Apaixonada pela vida e pelo o que tem, sempre presenteia todos a sua volta e sua generosidade em conjunto da bondade a encorajou a se tornar médica.
Curiosa, sempre é possível notar seus livros sobre diversos assuntos por perto.  


Tell me, this is orange ou purple?

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Re: Dawson, Gillian Rose

Mensagem por Gillian R. Dawson em Qua Jul 01, 2015 8:01 pm


Atributos:

— Astuta
—Curiosa
Pertences:

—Coleção livros ciências gerais.
—Par de óculos, baixo grau escuro
—Cadernos e canetas coloridas
—Livro de medicina

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Re: Dawson, Gillian Rose

Mensagem por Divergent em Qua Jul 01, 2015 9:16 pm


Seja Bem-Vindo
Ao Divergente;


Quem dissera que alguém de tanto bom coração poderia me salvar, concertar-me. Sabia que ao longo dos anos acabaria sendo deixado de lado, porém nada que a fizesse se esquecer de mim. Estive lá para curar você em seus piores momentos, e sempre que precisar estarei, a não ser que esteja me deixando. Mudar de uma facção é escolher novas escolas, porém espero que sempre escolha estar comigo.

-Senhor Gloum.


Aprovada.
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Re: Dawson, Gillian Rose

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