Informações adicionais:
Anacrônica. Esta a é a linha temporal que se segue desde os primórdios para tentar explicar o mistério que envolve a vida e cada evolução dos seres. De acordo com alguns pensadores, baseados em leis ou mesmo ideais mirabolantes de suas mentes magnificamente brilhantes, somos o futuro. O novo nos aguarda. Somente os únicos capaz de adquirirem a força, podem continuar na linha de sobrevivência. Adaptar-se é o termo correto para denominar a morte dos que são deixados para trás por serem considerados "menos evoluídos". A real face deve apenas definir: você está com aqueles que buscam o mesmo ou pretende fazer a diferença mediante ao que realmente és?

BALZER, Gregory A.

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BALZER, Gregory A.

Mensagem por Gregory A. Balzer em Qua Jul 01, 2015 8:30 am


Gregory

— Nome Completo: Gregory Akos Balzer;
— Idade: 26;
— Facção Originária: Audácia;
— Facção Escolhida: Erudição;
— Designição: Iniciado.
— Índole: Oculta
História:


6 anos atrás.

Papai tinha me deixado na festa de final de ano com tia Bella. Eu queria ter ficado com o tio Luke que era muito mais divertido, mas seguindo mamãe “ele me deixava fazer tudo que eu quisesse.” Isso não era verdade, poxa. Tio Luke era legal. Ele andava de cavalinho comigo, me dava doces e me deixava brincar com suas facas. Eu era bom com facas. Uma vez quase acertei a cabeça da tia Bella e mamãe ficou louca! Não sei o que aconteceu, mas tio Luke ficou um bom tempo sem jantar lá em casa.
- Quer ir ao pula-pula? – Tia Bella falava comigo como se eu fosse uma criança.
- Quero ir no tiro ao alvo, tia! – Reclamei tentando soltar minha mão da dela mas ela não me soltava por nada. Tia Bella era chata. Muito chata. Ela disse que não e eu não pude evitar cruzar os braços e ficar com a cara emburrada enquanto ela me carregava pela mão entre todas aquelas pessoas. Chata. Depois de muitos minutos andando eu não aguentava mais aquilo. Puxei a blusa da tia Bella e fiz minha melhor cara. – Posso ir no banheiro? – Ela me olhou desconfiada e cheguei a achar que ela não deixaria. – Poxa tia, eu só vou no banheiro!
- Não demora! Te encontro aqui mesmo ein? – Tia Bella abaixou e deu um beijo na minha cabeça. ECA!
- Tabom. – Falei marchando para o banheiro. Fiz o numero 1 e quando ia voltar pra minha tia avistei uma pracinha com muitos balanços e gangorras e balanços! Corri pra lá subindo em um e começando a me balançar BEM alto. Eu adorava aquela sensação de liberdade. O som da minha risada era alta todas as vezes que ele dava um 360. Muitos meninos me olhavam e pediam pra eu ensinar. Eu achava aquilo muito legal! Me sentia como Tio Luke quando ensinava os mais velhos a lutarem. Muito legal! Meu sorriso murchou quando eu vi uma menina gritando enquanto um outro menina puxava o ursinho dela. Aquilo não era justo! Parei meu balanço e andei até eles puxando o ursinho com força e vendo que o menino era sem facção. – Sai daqui! – Ele viu que eu era da Audácia e correu dali. Eu amava a Audácia. Eu amava minha casa. – Você está bem? – Me virei pra menina. Ela era bonita. Ela era muito bonita. Ela era tão bonita quanto minha mãe e minha mãe era a mulher mais bonita do mundo!
- Obrigada – Ela disse depois de enxugar uma lágrima e levantar do chão com minha ajuda.
- De nada. - Falei olhando pra menina bonita. Ela estava chorando e o ursinho dela estava rasgado. Me senti triste vendo ela chorando. - Não chora. - Passei a mão pelo rosto dela tirando as lagrimas. - É só levar ele no médico de ursinhos que ele vai ficar vivo! - Disse tentando animar ela.
- Ele faz aniversário de nascimento hoje, e eu deixei ele se machucar. Não vou ver boa mãe. – A menina bonita estava muito triste. Aquilo não era certo. Uma ideia passou pela minha cabeça e fiz sinal para que ela esperasse. Corri em direção a uma barraquinha e pedi uma fita adesiva. O moço da barraquinha me deu um pedaço e voltei correndo pra menina bonita.
- Aqui. - Sorri pegando o ursinho e passando a fita pelo braço rasgado dele e entregando pra ela. - Agora ele agüenta mais rápido até você chegar ao médico. - Coloquei as mãos pra trás envergonhado. Ela era muito bonita.
- Muito obrigada! Senhor Gloum e eu agradecemos. Sou Gillian...- Ela esticou a mão pra mim.
- Gregory! - Estiquei minha mão animado em direção a menina. O sorriso dela era lindo! - Seu sorriso é lindo! - Meu Deus! Eu falei isso em voz alta? Eu senti minha bochechas ficarem quentes e uma risada saiu sem querer. Eu estava morrendo de vergonha.
- Obrigada, você é... Também é... – Ela falou envergonhada e ficou um silencio ali. – Tenho que ir embora... Você vai estar aqui amanha?
- Estarei sim. - Disse ainda me sentindo envergonhado. Ela tinha dito que eu era bonito também! "GREGORY" Ouvi o grito da minha tia Bella e arregalei os olhos. - A gente se vê amanha né? Vou te esperar aqui pra gente brincar! - Sorri e ouvi minha tia gritando de novo. - Tenho que ir também. Tchau, Gi! Tchau Senhor Gloum! - Acenei pros dois e sai correndo, mas parei no meio do caminho. Olhei pra ela e voltei correndo dando um beijo na bochecha dela e sai correndo em direção a minha tia inventando que tinha me perdido. Tomara que chegue amanhã logo!

Eu tinha 10 anos quando conheci Gillian. Depois disso, nos encontrávamos todos os dias pra brincar. Brincávamos de comidinha onde eu era o pai, Gillian a mãe e o Senhor Gloum o filho. A gente brincava de escolinha e de luta. Ensinei a Gi golpes pra ela se defender e conheci seu avô, que achava uma “graça” a nossa amizade. Uma “graça” até a gente completar 14 anos. Passamos a ser perseguidos tanto pela minha família quanto pela dela. Não era certo nossa amizade. Mas eles estavam errados... Eu e Gillian não éramos amigos. Éramos muito mais que isso. Eu estava totalmente e completamente apaixonado por ela. Aquele jeito intelectual de falar com meus jeito despojado de ser parecia formar o encaixe perfeito. Sempre que a gente fazia um piquenique escondido, Gillian me corrigia sobre como eu comia. Me ensinou etiqueta e me obrigou a saber o nome de alguns vinhos e de onde eles vieram. Segundo ela, isso era essencial. Eu? Eu não falava nada, apenas ia na onda. Gillian era realmente inteligente. Não que eu não fosse, até porque sempre fui o primeiro da minha turma e aprendi tudo muito rápido. Mas Gillian tinha aquele jeito de ser dela. E era o jeito mais lindo e encantador do mundo. Como disse, aos 14 tudo mudou. Por um descuido, um colega da Audácia me seguiu e contou para minha família ocasionando toda aquela pressão. Tudo ficou muito difícil depois disso. A facção era acima de tudo! Eu tinha a sorte de estar na facção que eu amava e com minha família inteira ali. Eu não podia decepcionar. Eu tive que abandonar Gillian. Eu não podia decepcionar minha família, não podia.

Foram dois anos sofridos. Dois anos que eu passei a chorar. Sim, eu cheguei a chorar. Eu sentia como se faltasse uma parte de mim, como se eu não tivesse completo. Era totalmente incerto tudo aquilo. Era injusto. Porque eu não podia simplesmente ficar com quem eu amava? Amor era algo errado agora? Não, não era e aquilo era MUITO injusto. Gillian me mandava cartas, mas eu nunca as respondi embora guardasse todas em uma caixa embaixo da minha cama. Eu não achava aquilo bom, muito pelo contrário. Papai tinha me contado uma história sobre esse tipo de pessoa e eu não queria ser perseguido. Mas eu poderia me encaixar em qualquer facção. Aquilo era bom. Não era?

Assim que eu entrei no grande salão, meus olhos buscaram por Gillian que estava lá vestida de azul. Respirei fundo. Aquilo doía. Eu queria correr e sentir o seu cheiro novamente, queria sentir aquele abraço e queria ouvir a gargalhada que eu tanto amava. Depois de um tempo, ela foi lá na frente e fez sua escolha. Erudição, é claro. Estava no sangue dela, estava no olhar e em cada fala sua. Meu nome foi chamado minutos depois e fechei os olhos. Mamãe e papai me deram um abraço e recebi muitos gestos positivos do pessoal da audácia. Eu era querido ali. Meus pais eram grandes treinadores e eu não ficava atrás. Sempre queria saber e aprender mais sobre aquilo. Como disse antes, eu amava a audácia. O caminho até o pequeno palco pareceu durar anos. Eu não estava sorrindo como sonhara. Eu estava tenso e com semblante fechado. Peguei a faca e corte minha mão. Meu olhar voltou-se pra frente vendo tia Bella, Tio Luke, papai e mamãe sorrindo pra mim. Eu não tinha o que escolher. Eu era da audácia. Eu pertencia ali. Eu sabia que pertencia. Mas ali, naquele momento tudo mudou. Meus olhos se encontraram com o de Gillian. Eu nunca poderia ficar com ela se eu continuasse na audácia. O sangue estava quase pingando ali, naquele carvão negro. Eu não podia ignorar. Eu não podia ignorar que meu coração gritava por aquela mulher. Eu não podia ignorar que tinha achado a mulher da minha vida. Eu não podia não ir pra erudição. E foi assim que segundos antes daquela gota de sangue cair na audácia eu deixei que caíssem na erudição. Eu não queria ver a cara da minha família de decepção. Eu não queria ver a cara do meu futuro treinador. A gente tinha grandes planos. Eu não podia. Eu não podia porque meus olhos estavam vidrados nela. A Erudição vibrou e eu sai dali correndo em direção a mulher mais bonita daquele emaranhado azul. A abracei com força sentindo um choque percorrer todo meu corpo. Depois de dois anos separados, a gente teria o pra sempre. – Eu nunca mais vou te deixar. – Foi o que consegui dizer antes de grudar meus lábios no dela e esquecer o resto do mundo.



Características Psicológicas:



Gregory nasceu e cresceu na audácia. Audácia era sua casa. Ele tinha orgulho de fazer parte daquela facção. Sempre foi um garoto muito levado e voltado a aprender tudo que pudesse usar o corpo e a mente para se defender. Ele acreditava que o mundo seria um lugar melhor se pegassem um pouco de cada facção porque todos tem algo a oferecer e se todos ali estão procurando um mundo melhor e sem guerras, com um pouco de cada um conseguiríamos. Mas para isso era necessário conhecimento.

Embora realmente amasse a Audácia escolheu a Erudição. Era a segunda facção que mais se identificava. Greg era um cara centrado em seus objetivos e ideais, dono de um raciocínio e inteligencia peculiares. Costuma querer saber o porque de tudo e sempre vai atrás. Adora jogos psicológicos e extremamente bom nisso. Com o passar do tempo o humor sádico, negro e sarcástico foram herdados de seu pai. Ele é bom em tudo que faz e sabe disso. Seu objetivo agora é se torna um grande advogado, defender aqueles que não podem, como sua antiga facção e é claro, chegar ao topo. Ser o líder e tentar mostrar a todos que um mundo mesclado não seria tão ruim assim. E ele não pararia até conseguir.


Você só conhece o "eu" que eu permito que você conheça.




Atributos:

— É dono de uma inteligencia nata. Seu raciocínio é rápido e preciso.
- Suas habilidades físicas são esplendidas. É perito em artes marciais e sua mira é inigualável.
Pertences:

— Medalhão com o simbolo da audácia que carrega por baixo da roupa.
- Um violão que ganhara de herança de seu avô.
- Faca também herdada de seu avô.
- Coleção de livros de direito.
- Caderno de anotações.

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Re: BALZER, Gregory A.

Mensagem por Divergent em Qua Jul 08, 2015 10:40 pm


Seja Bem-Vindo
Ao Divergente;


Um menino, uma menina e um ursinho. Um primeiro amor.
Quem diria você! O responsável pela vida do senhor Gloum! Bem, não exatamente você, porém foi um grande incentivo para que ela estivesse a o reconstruir. Feio da sua parte por não a responder as cartas, ela o amou, e o fez para ser amada. Contudo, havia rendição à sua postura, e sempre dizem "No fim tudo da certo", porém a única certeza que podemos ter é que no final do filme, todos morrem.

Aprovado.
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